Tecnologia & Meio ambiente
|  N° Edição:  2120 |  25.Jun.10 - 21:00 |  Atualizado em 25.Mai.12 - 12:32

A outra busca do Google

O dono do império digital quer achar a cura do mal de Parkinson após descobrir que tem 50% de chance de desenvolver a doença

André Julião

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HERANÇA
Brin (à esq.) tem a mesma mutação genética que sua mãe,
Eugenia, portadora do mal de Parkinson

Sergey Brin mudou o mundo ao usar seu talento como cientista da computação e fundar o Google com o colega Larry Page, em 1998. Agora, o russo de 36 anos investe seu conhecimento e parte de sua fortuna de US$ 15 bilhões em um projeto ainda mais ambicioso: encontrar a cura para o mal de Parkinson. Em 2006, Brin descobriu que uma mutação genética faz com que ele tenha 50% de chance de desenvolver a doença degenerativa. Sua mãe, Eugenia, foi diagnosticada com o mal em 1996. Segundo a revista americana “Wired”, que dedica a capa da edição de julho à iniciativa do empresário, ele já gastou mais de US$ 50 milhões com pesquisas que tentam derrotar a doença.

A principal razão que distingue o dono do Google de outros filantropos é o tipo de ciência que ele financia (leia quadro abaixo). A maioria das pesquisas médicas usa o método clássico. Primeiro, levanta-se uma hipótese. Se os resultados dos testes a confirmarem, eles são submetidos a outros cientistas até que a descoberta seja finalmente publicada, em um processo que pode demorar anos. Mas a coisa muda de figura graças à ajuda de computadores de última geração. “Eles podem fazer cálculos que levariam mil anos em apenas três meses”, explica Wim Degrave, pesquisador do Laboratório de Genômica Funcional e Bioinformática da Fiocruz. “O passo da medicina é muito lento quando comparado ao da internet”, resumiu Brin à “Wired”.

O projeto financiado por ele é uma parceria entre a empresa de genética 23andMe – criada pela mulher de Brin, Anne Wojcicki – e a fundação que leva o nome do ator canadense Michael J. Fox, uma das vítimas mais célebres do mal. Já foram coletados dados de dez mil voluntários portadores da doença, que vão desde a descrição de sintomas até o histórico familiar, sem deixar de lado hábitos cotidianos como a alimentação. Em oito meses, os pesquisadores chegaram ao mesmo resultado de uma pesquisa convencional, que demorou seis anos. Se o dono do Google chegará ao seu objetivo ainda é uma incógnita. A única certeza é de que, a partir de agora, boa parte das grandes descobertas da ciência passará pelo computador.

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Adan

EM 28/04/2012 01:14:33

All we can do on some days is take that breath and begin again.Seems to be the story of my life laltey.Sending you peace and blessing and good vibes on the little people hate when that happens.


Fernanda

EM 18/02/2012 04:34:31

Croco disse:Depende do mundo em que se vive O homem medio, de fato, nao cuogesne levar essa vida.Solucao?Busque alguem mais pobre. E feio.


Uzma

EM 18/02/2012 03:22:26

e bom ver com o dagluos sobre a DISPONIBILIDADE, lorenz. suponho q seja mais rapido (entenda, menos devagar) conseguir a azul. e da pra ir no jogo do gremio com ela (isso tbm saira como icongay?


Mor

EM 18/02/2012 03:22:00

com ctrzeea sera um sucesso as fotos da nossa diva na vip,a mais linda de todos os bbbs,o sorriso mais marcante e verdadeiro,amo a tata amo amo e amo!!!! ( Rio Grande Do Norte )


Hope

EM 18/02/2012 03:09:33





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