Brasil
|  N° Edição:  2101 |  12.Fev.10 - 12:00 |  Atualizado em 10.Fev.12 - 15:10

As cartas de Dorothy - Parte 02

Neste relatório, Dorothy denuncia o fazendeiro Regivaldo, o Taradão

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“Lote 55: Invadido por Taradão. Trabalho escravo. Multado em 6/2004.
Vendeu para “Bida”, Vitalmiro Bastos de Moura, derrubou e queimou 1000 ha. 3 milhões de multa.
Está agora derrubando (a floresta) de trator. Vendeu 4 lotes de 150 ha beirando a nova estrada, sendo feito pelo Incra.
O comprador invadiu a casa do posseiro Luiz e usando a casa do armazém de capim. Está jogando capim na queimada
Feita por Bida, destruindo a roça dos posseiros e a mata em conjunto. Domingo, 9/01, queimou 4 casas”.

“Lote 57: Invadido por Taradão que neste nov./2004 vendeu para um Zé Roberto Andrade Vieira, dono da farmácia
Moderno, em Parauapebas. Este Zé Roberto tirando madeira por um Zé Henrique clandestino. Zé Roberto continua
com o mesmo gerente, Dominguinho, que era de Délio, Taradão, Bida, Zé Roberto”.
“4/11. Dominguinho armado de 38 com mais 2 armados e continua ameaçando. Na medida que o povo do PDS faz
casa, ele queima nos lotes 55 e 57”.
 

 

 

Pedro de Carvalho

EM 12/02/2010 12:59:04

Dorothy representa o que é ser uma mulher guerreira, pois abdicou de várias coisas para defender os menos favorecidos. Alías, são poucas as pessoas que fariam isso. Sendo assim, ela sempre merecerá o nosso respeito diante de tudo que ela fez para a população e preservação da nossa rica Amazônia.





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