Médico de Michael Jackson é indiciado por homicídio involuntário
Pelas leis da Califórnia, Conrad Murray, de 56 anos, pode pegar até quatro anos de prisão
AFP
Conrad Murray, o médico de Michael Jackson, acusado na segunda-feira (8), de homicídio culposo (sem intenção de matar) pela morte do "Rei do Pop", alegou inocência perante a Corte Superior de Los Angeles. A acusação alega que Murray "matou Michael Joseph Jackson, sem premeditação". O advogado da família Jackson, Brian Oxman, qualificou de "aterradora" a "simples ideia" de um indiciamento por homicídio culposo.
Após seu indiciamento, Murray entregou-se às autoridades no início da tarde de ontem, até ser levado ao tribunal onde foi formalmente acusado, declarando-se inocente.
Michael Jackson morreu no dia 25 de junho aos 50 anos de idade em Los Angeles, das consequências de uma overdose de medicamentos e de uma intoxicação com o anestésico propofol.
Pelas leis da Califórnia, o homicídio culposo é punido com até quatro anos de prisão.
Murray, de 56 anos, admitiu ter injetado propofol no cantor poucas horas antes de sua morte, mas disse que se limitou a obedecer aos pedidos insistentes do Rei do Pop, que utilizava este remédio como sonífero.
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