Salve, Jorge!
Já habituado com a batida da bossa nova, o Brasil foi surpreendido nos anos 1960 por outra revolução musical: o estilo do violão de Jorge Ben (hoje Benjor).
Ivan Claudio
Já habituado com a batida da bossa nova, o Brasil foi surpreendido nos anos 1960 por outra revolução musical: o estilo do violão de Jorge Ben (hoje Benjor), que fundia ritmo e melodia de forma inovadora. Era o chamado “samba misto de maracatu”, de “Mais Que Nada”, faixa do disco “Samba Esquema Novo”. Sua alquimia sonora não parou aí e, mais tarde, ele lançaria as bases do samba-rock em “África Brasil”. Essa evolução pode ser apreciada na caixa “Salve, Jorge!”, com 13 CDs produzidos entre 1963 e 1976 e uma coletânea só com raridades. É a melhor fase do autor de clássicos como “Charles Anjo 45”, “País Tropical” e “Taj Mahal”, muitos deles regravados pela nova geração e também pelos pesos pesados da MPB. 5+ regravações de músicas de Jorge Benjor BALANÇA PEMA BEBETE VÃOBORA PONTA DE LANÇA AFRICANO DESCOBRI QUE SOU UM ANJO JORGE DA CAPADÓCIA 

Faixa do disco “Samba Esquema Novo”, intepretada por Marisa Monte no CD “Verde Anil Amarelo Cor de Rosa e Carvão”
Foi regravada por Wilson Simoninha no CD “Volume 2”, que traz também “Mais Que Nada”
Essa música do CD “África Brasil” ganhou uma versão pesada da banda Soufly, liderada por Max Cavalera
Canção de 1963, resgatada por Caetano Veloso na turnê do disco “Cê”, registrada em DVD
Presente no disco de estreia do grupo de rappers Racionais MC’s, “Sobrevivendo no Inferno”
Paulo Vagner Veloso Fonseca
EM 12/12/2009 14:28:36
Benjor é a jóia rara que demorei para descobrir e hoje os álbuns A TÁBUA DE ESMERALDA e SOLTA O PAVÃO , ambos dos anos 70, tem lugar garantido no meu cotidiano musical.
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