IstoÉ especial copa 2014
|  ISTOÉ Online |  17.Jan.11 - 16:07 |  Atualizado em 31.Ago.14 - 21:43

Por terra e mar

Gastos com melhorias no sistema de transportes para a Copa chegam a quase R$ 40 bilhões

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A mobilidade é, sem dúvida, o principal desafio da maior cidade brasileira rumo à Copa do Mundo de 2014. São Paulo deve ser o palco de abertura do Mundial, que volta ao Brasil mais de seis décadas após o país ter realizado o torneio, em 1950.

Para diminuir o impacto do trânsito caótico e fazer da competição um sucesso em termos de transporte, a cidade deve ser a que mais vai receber investimentos no setor. Em todos os municípios que vão sediar jogos da Copa, os gastos somente nesse segmento vão chegar perto dos R$ 40 bilhões.

Em São Paulo, destaca-se um sistema que vai integrar os aeroportos da região metropolitana ao sistema metro-ferroviário. É o monotrilho, também conhecido como Linha 17 do metrô, obra que já está sendo sendo tocada pelo governo do estado. Outra iniciativa se refere à Linha Vermelha, que já ganhou novos trens. “Tenho certeza de que não serão poupados esforços para facilitar o transporte durante a Copa do Mundo”, diz João Paulo de Jesus Lopes, secretário adjunto dos Transportes Metropolitanos de São Paulo sobre o investimento na cidade, que tem como um dos objetivos desafogar o trânsito na região do aeroporto de Congonhas e tem um custo total de R$ 2,86 bilhões, criando redes de 20 km de extensão. A obra deve ficar pronta no ano de 2013, a tempo da disputa da Copa das Confederações.

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 Hibribus roda com diesel
ou energia elétrica

As obras destinadas ao transporte, no entanto, se destacam pelo legado. Todas as grandes modificações visam criar condições melhores para a população. O monotrilho paulista, por exemplo, pode ligar a região do ABC (municípios de Santo André, São Bernardo e São Caetano) à zona central da cidade de São Paulo e diminuir em boa parte o tráfego pesado de veículos durante a manhã e o final de tarde.

São Paulo também deve concluir o Rodoanel antes do Mundial. O trecho norte vai custar mais de R$ 5 bilhões, desafogando o trânsito de caminhões e outros veículos pesados pelo centro expandido, zona mais crítica da cidade.

A mobilidade também é assunto de Copa do Mundo fora de São Paulo. Em Curitiba, por exemplo, o destaque fica por conta do Hibribus, que roda com diesel, como os ônibus tradicionais, ou com um motor elétrico. Emite até 90% menos poluentes à atmosfera em relação aos veículos de transporte coletivo comuns utilizados em todo o país. Quando está parado, o ônibus não usa o diesel convencional. Já quando está em movimento, combina a ação de dois motores, um elétrico e outro comum.

“Estamos mostrando à sociedade a melhor solução híbrida em termos de tranporte urbano de qualidade”, afirma Luís Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus America Latina, responsável pela fabricação do Hibribus, que deve ser a principal opção de transporte na cidade paranaense durante os jogos da Copa.

Na região Nordeste, os investimentos também serão altos. Fortaleza, por exemplo, vai contar com mais de R$ 6 bilhões para o setor. Entre as obras estão a criação da Linha Oeste, a ampliação da Linha Sul do metrô e a reforma da malha viária.

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Porto de Santos receberá
mais cruzeiros na Copa 

Mas não haverá apenas investimentos no transporte terrestre. Cidades litorâneas receberão recursos para a ampliação dos portos. O setor é crucial para o sucesso do torneio. A intenção é trazer ao país o maior número de cruzeiros, como alternativa de acomodação de qualidade para os turistas. A iniciativa é baseada no sucesso deste tipo de ação, realizada durante a Copa do Mundo de 1990, na Itália, e as Olimpíadas de 2004, em Atenas, na Grécia.

A partilha do bolo já está definida para que as obras comecem. O Rio de Janeiro terá à disposição cerca de R$ 300 milhões. Santos, no litoral paulista, vem logo em seguida no ranking de investimentos, com R$ 119 milhões. Salvador, Recife, Natal, Fortaleza e Manaus também vão receber recursos. 

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Obras para o monotrilho de São Paulo 

TAXISTAS

Mesmo as cidades que não sediarão partidas veem movimento para melhorar o transporte do torcedor estrangeiro. Preocupada com a relação entre os visitantes e os taxistas na cidade de Campinas, que tem um dos aeroportos mais importantes da região e deve receber muitos dos que vierem assistir aos jogos em São Paulo, uma rede de escolas de idiomas e uma associação de taxistas firmaram um convênio interessante. Os condutores recebem aulas de idiomas enquanto os taxis estampam a logomarca da empresa, que tem mais de 1.200 escolas espalhadas pelo país e quer expandir a permuta com motoristas de outras cidades.

“Os taxistas lidam diretamente com estrangeiros e têm um importante papel de orientação e transporte dos turistas que visitam o Brasil. Com a realização da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016 no país, os motoristas que forem bilíngues poderão aproveitar melhor as oportunidades”, explica Carlos Wizard Martins, presidente da rede de ensino ao comentar a iniciativa, que deve ser implantada ainda neste ano nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, que postulam sediar abertura e final da Copa do Mundo, respectivamente.
 

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