| Drops SP |
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| por Celso Fonseca |
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| Sessão
de cinema |
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Estará de volta em breve a famosa esquina da rua da Consolação
com a avenida Paulista – point que já foi um dos mais
festivos endereços da cidade – o cine Belas
Artes. O cinema – que teve uma das melhores fases
nos anos 80, quando era mantido pela distribuidora francesa Gaumont
– quase não suportou a decadência dos últimos
anos e por pouco não fechou. Foi salvo por um projeto de
recuperação patrocinado pelo HSBC, que investiu recentemente
R$ 20 milhões em projetos culturais na cidade. O novo Belas
Artes, com suas seis salas, consumiu perto de 20 por cento desta
quantia. Por enquanto a abertura para o público está
prevista para a segunda quinzena de maio, e não mais para
o dia 7. Um incêndio durante a obra danificou o forro e as
poltronas de uma das salas. Batizado de HSBC Belas Artes –
o que tem gerado controvérsia –, o empreendimento reúne
gente do ramo: André Sturm, da Pandora Filmes, distribuidora
independente de filmes de arte, e a O2 Filmes, produtora do cineasta
Fernando Meirelles e dos produtores Andréa Barato e Paulo
Morelli. O discutido filme Cronicamente inviável,
de Sérgio Bianchi, vai ser relançado. “Será
nossa sessão segunda chance, com bons filmes que passaram
como um foguete. O Belas Artes será uma referência
de bom cinema e bons filmes”, diz Sturm, que só deverá
fazer restrições a produções “muito
juvenis ou muito pipoca” e terá sempre uma produção
nacional em cartaz. O projeto reabilita o cinema de rua, mas com
muito conforto. Serão dois estacionamentos a 40 metros do
Belas Artes, que manterá suas seis salas, com equipamentos
de projeção e som renovados. O saguão foi ampliado,
num salão de 120 metros quadrados com cafeteria e quatro
bilheterias. Haverá um segundo saguão, no mezanino.
Belas Artes, rua da Consolação, 2423.
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| Atrás
da fama |
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Chicago, como Paris, era uma festa nos anos 20 e a busca desmedida
pela fama já era moeda corrente no mundo do show business.
Chicago, o musical, dirigido e coreografado pelo grande Bob
Fosse, estreou na Broadway em 1975, contando uma história
de duas mulheres belas e fatais, a vedete Velma Kelly e a aspirante
a vedete Roxie Hart, presas por assassinato e envolvidas por Billy
Flynn, um advogado sedutor. Mesmo encarceradas, elas não
refrearam a sede por publicidade. Uma outra versão do musical,
supervisionada pela viúva de Fosse, Ann Reinking, foi lançada
em 1996 e percorreu o mundo com um elenco estrelar que incluía
Melanie Griffth. Em 2002, Chicago virou filme com Renée
Zellweger, Richard Gere e Catherine Zeta-Jones e levou o Oscar de
melhor filme, entre outros. O musical ganhou uma montagem brasileira,
orçada em
US$ 2 milhões, com a participação de 24 atores-cantores-bailarinos
e 15 músicos. No elenco Danielle Winits (Velma Kelly), Adriana
Garambone (Roxie Hart) e Daniel Boaventura (Billy Flynn). A produção
é da CIE-Brasil. Teatro Abril: av. Brigadeiro Luis
Antônio, 411, Bela Vista. Tel.: 6846-6060. Horários:
quintas e sextas, 21h, sábados, 18h e 22h e domingos, às
18h. Preços: de R$ 55 a R$ 135. Meia entrada apenas na bilheteria
do teatro. Duração do espetáculo, 2h20, dividido
em 2 atos, com intervalo de dez minutos. Recomendado para maiores
de 12 anos.
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| Navegar
é preciso |
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Aos poucos, a cidade descobre um novo local para velejar além
das águas de Guarapiranga. Pela primeira vez, a escola Dick
Sail promove em Mairiporã uma atividade bem bacana para este
sábado 8, que antecede o Dia das Mães. E, mais importante,
de graça. A escola vai oferecer uma hora de iniciação
nos segredos da navegação a vela a mães e filhos.
O professor Richard Paul Andersen (foto)lembra que se trata
de apenas um primeiro contato, mas os marinheiros de primeira viagem
vão poder aprender a controlar o leme e a regular as duas
velas da embarcação, de 5,5 metros de comprimento.
Mas já vale, e muito, pelo passeio. Cada aula é limitada
a cinco pessoas e os contatos podem ser feitos pelo telefone 5543-1345
ou 9935-3014. O ponto de travessia é o hotel Cheiro do Mato,
no quilômetro 49,3 da estrada
Mairiporã–Franco da Rocha.
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