Veja também outros sites:
 Capa
 Índice
 É PENTA!!!
 Edição histórica
 BRASIL NA COPA
 Copa 2002
 Eu estive lá
 Copa a Copa
 SERVIÇOS
 Edições Anteriores
 Biblioteca
 Fale Conosco
 Newsletter
 Assinaturas
 Publicidade
 Expediente
 
Clique para vê-la ampliada
EDIÇÃO EXTRA
 
 
COPA A COPA
18/06/2002
ESPANHA – 1982
O inesquecível Paolo Rossi

Parecia ser a maior barbada desde a Copa do Mundo de 1970. Cerezzo, Falcão, Sócrates, Zico: o Brasil abria mão dos pontas fixos e jogava com um “quadrado mágico” no meio de campo, inspirado pelas idéias de “fair play” e “futebol arte” do talentoso e exigente técnico Telê Santana. Até a estréia, na Espanha, as feras de Telê fizeram 32 partidas. Foram 25 vitórias, cinco empates e apenas duas derrotas.

Prensa Três  

Tendo em Leandro e Júnior dois laterais com habilidade de atacante, e em Éder um chute poderoso que parecia a “patada atômica” de Rivelino rediviva, o Brasil colecionava goleadas. Não tomou conhecimento nem da Argentina do fenômeno Maradona. Nas quartas-de-final, bastava-nos um empate contra uma Itália que entrara na Copa desfalcada do craque Bettega, fizera campanha medíocre na primeira fase (três empates) e estava brigada com a imprensa de seu país.

Mas o centroavante Paolo Rossi, que até então não marcara no Mundial e vinha de longa suspensão por envolvimento em um escândalo de fabricação de resultados na loteria esportiva italiana, resolveu desencantar contra o Brasil. Com três gols, deixou o mundo atônito ao mandar a melhor seleção do torneio de volta para casa. Rossi anotaria mais três tentos nas duas partidas seguintes, garantindo o tri da Azzurra.

| ISTOÉ DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | PLANETA | EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE | AVISO LEGAL |
© Copyright 2002 Editora Três