Tratamentos para a alma Médicos e hospitais começam a adotar a espiritualidade e a esperança como recursos para o combate de doenças
ADRIANA PRADO E GREICE RODRIGUES Colaborou Cilene Pereira
A amizade contra a depressão Bernardete de Araújo, 53 anos
A engenheira paulista viu praticamente desaparecer a esperança de retomar sua vida normal quando estava no auge da depressão, há cinco anos. Tinha parado de trabalhar e vivia sem ânimo. Com a medicação correta e o apoio dos amigos da Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos reencontrou a força que precisava. “Retomei minha vida”, conta.
O remédio do bom humor Eliane Furtado, 49 anos
Desde que recebeu o diagnóstico de câncer no intestino, no ano passado, a consultora de marketing carioca decidiu que manter o bom humor seria sua grande arma. “Claro que em alguns momentos eu fiquei triste. Mas resolvi que não me deixaria abater e que continuaria a rir muito”, lembra ela, autora do livro Câncer: sentença ou renovação?
Fé em família Michelle Silvério, 26 anos
Aassistente administrativa ficou 77 dias internada na UTI, sendo 22 deles em coma profundo. Ela estava com infecção generalizada. Durante sua internação, a família se manteve confiante. “Eles mantiveram a fé e a esperança. Todos os dias se reuniam para orar. E quando saí do coma jamais duvidei da minha recuperação”, conta Michelle.