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    <title>ISTOÉ Independente - Colunistas</title>
    <link>http://www.istoe.com.br</link>
    <author>ISTOE - http://www.istoe.com.br</author>
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    <logo>http://www.istoe.com.br/assuntos/imagens/logo.jpg</logo>
    <rights>© Copyright 1996-2009 Editora Três É proibida reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.</rights>
    <subtitle>Istoe</subtitle>
    <item>
      <title>Tragédia Grega</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/47611_TRAGEDIA+GREGA</link>
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      <updated>09/09/2010 17:46</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>A União Europeia pode até querer socorrer a Grécia, mas difícil será convencer outros países a pagar este custo </summary>
      <description>A União Europeia pode até querer socorrer a Grécia, mas difícil será convencer outros países a pagar este custo </description>
      <content>&lt;p style=&quot;text-align: left&quot;&gt;A segunda metade dos anos 1990 foi caracterizada por crises nos pa&amp;iacute;ses emergentes: M&amp;eacute;xico, R&amp;uacute;ssia, Brasil e Argentina. Em todos os casos, os pa&amp;iacute;ses recorreram ao Fundo Monet&amp;aacute;rio Internacional (FMI) para resolver seus problemas de endividamento externo e tiveram que se submeter a rigorosos programas de ajuste fiscal (redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de gastos p&amp;uacute;blicos e aumento de impostos) e das contas externas exigidos pela organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ap&amp;oacute;s um per&amp;iacute;odo de retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;iacute;vel de atividade </content>
    </item>
    <item>
      <title>O Futuro da Desigualdade</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/37495_O+FUTURO+DA+DESIGUALDADE</link>
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      <updated>10/09/2010 03:06</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>A melhoria do ensino é a solução para reduzir a desigualdade na distribuição de renda neste novo Brasil</summary>
      <description>A melhoria do ensino é a solução para reduzir a desigualdade na distribuição de renda neste novo Brasil</description>
      <content>&lt;p&gt;O Brasil &amp;eacute; um pa&amp;iacute;s extremamente desigual. Uma importante manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste fato &amp;eacute; a desigualdade da distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da renda. Entretanto, nos &amp;uacute;ltimos 15 anos, a desigualdade na divis&amp;atilde;o da riqueza diminuiu de forma sistem&amp;aacute;tica, gerando otimismo quanto &amp;agrave; capacidade de o Pa&amp;iacute;s continuar nesta trajet&amp;oacute;ria no futuro pr&amp;oacute;ximo. Renda, por&amp;eacute;m, &amp;eacute; o resultado de um processo.&lt;/p&gt;&#xd;
&lt;p&gt;A renda de uma pessoa depende de sua capacidade de gerar riqueza para as empresas e para a sociedade, ou seja, de s</content>
    </item>
    <item>
      <title>Previdência: Quem Paga a Conta?</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/26256_PREVIDENCIA+QUEM+PAGA+A+CONTA+</link>
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      <updated>10/09/2010 15:40</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>Ter um sistema de aposentadoria generoso é uma escolha da sociedade e tem custos e benefícios para todos</summary>
      <description>Ter um sistema de aposentadoria generoso é uma escolha da sociedade e tem custos e benefícios para todos</description>
      <content>&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;O Brasil tem um sistema de previd&amp;ecirc;ncia social com algumas singularidades. &amp;Eacute; um dos poucos pa&amp;iacute;ses em que as pessoas podem se aposentar por tempo de contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sem limite de idade, o que faz com que a idade m&amp;eacute;dia de aposentadoria seja das mais baixas do mundo, 55 anos. O Brasil &amp;eacute; um dos poucos pa&amp;iacute;ses em que pessoas que n&amp;atilde;o contribuem para a previd&amp;ecirc;ncia t&amp;ecirc;m direito a uma pens&amp;atilde;o igual ao sal&amp;aacute;rio m&amp;iacute;nimo vigente para os trabalhadores da ativa. Este direito &amp;eacute; adquiri</content>
    </item>
    <item>
      <title>Taxa de Câmbio e Bem-Estar Social</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/12516_TAXA+DE+CAMBIO+E+BEM+ESTAR+SOCIAL</link>
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      <updated>08/09/2010 09:23</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>Dólar artificialmente desvalorizado provoca inflação, aumento de juros e diminui o ganho de toda a sociedade</summary>
      <description>Dólar artificialmente desvalorizado provoca inflação, aumento de juros e diminui o ganho de toda a sociedade</description>
      <content>&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana&quot;&gt;Ap&amp;oacute;s dois trimestres de queda, a economia brasileira retomou a trajet&amp;oacute;ria de crescimento. O consumo das fam&amp;iacute;lias e os gastos do governo foram os principais motores da retomada. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana&quot;&gt;Outros pa&amp;iacute;ses est&amp;atilde;o em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o similar (Austr&amp;aacute;lia, Noruega, Coreia, etc.), fazendo com que os Bancos Centrais destes pa&amp;iacute;ses j&amp;aacute; comecem a aumentar os juros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xd;
</content>
    </item>
    <item>
      <title>O Público e o Privado</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/44007_O+PUBLICO+E+O+PRIVADO</link>
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      <updated>07/09/2010 07:48</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>Esta diferença é relevante, mostra a importância do papel do Estado, mas só em momentos de anormalidade</summary>
      <description>Esta diferença é relevante, mostra a importância do papel do Estado, mas só em momentos de anormalidade</description>
      <content>&lt;p&gt;No in&amp;iacute;cio da crise, diante da queda da demanda externa por seus produtos, a Embraer e a Vale demitiram um n&amp;uacute;mero relativamente grande de trabalhadores e reduziram suas expectativas de investimentos. Da mesma forma, os bancos privados, com o aumento do desemprego e o colapso do mercado internacional, reduziram a oferta de cr&amp;eacute;dito em uma atitude que tinha por objetivo evitar que um aumento da inadimpl&amp;ecirc;ncia os tornasse insolventes, como ocorreu com muitos bancos americanos.&lt;/p&gt;&#xd;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo que as empresas privadas adotavam uma postura cautelosa diante da profu</content>
    </item>
    <item>
      <title>De Volta à Normalidade</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/18697_DE+VOLTA+A+NORMALIDADE</link>
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      <updated>10/09/2010 08:27</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>Está na hora de o governo desenhar estratégias de saída das medidas adotadas no pior momento da crise&#xd;
</summary>
      <description>Está na hora de o governo desenhar estratégias de saída das medidas adotadas no pior momento da crise&#xd;
</description>
      <content>&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;A economia brasileira voltou a crescer no segundo trimestre de 2009. N&amp;atilde;o apenas voltou a crescer como voltou a gerar empregos, com aumento do n&amp;uacute;mero daqueles com carteira assinada e queda da taxa de desemprego. O comportamento da economia nesta recess&amp;atilde;o surpreendeu a todos. Apesar das declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es otimistas dos pol&amp;iacute;ticos no in&amp;iacute;cio da crise, nenhum economista, nem mesmo os membros do governo, acreditava que a economia iria ter uma rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;atilde;o boa. A ressaca foi forte, mas menor do que a esperada.&lt;</content>
    </item>
    <item>
      <title>Olhando para o Futuro</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/17714_OLHANDO+PARA+O+FUTURO</link>
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      <updated>10/09/2010 14:33</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>Dificilmente a inflação será um problema até o primeiro semestre de 2010, daí para a frente depende do governo&#xd;
</summary>
      <description>Dificilmente a inflação será um problema até o primeiro semestre de 2010, daí para a frente depende do governo&#xd;
</description>
      <content>&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;A economia mundial come&amp;ccedil;a a dar sinais de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. S&amp;atilde;o sinais ainda t&amp;ecirc;nues que podem estar sugerindo que a economia chegou ao fundo do po&amp;ccedil;o. Muitos dos problemas que originaram a crise continuam preocupando. Os cr&amp;eacute;ditos podres continuam nos balan&amp;ccedil;os dos bancos, agora garantidos (impl&amp;iacute;cita ou explicitamente) pelos bancos centrais, o mercado de cr&amp;eacute;dito continua restrito, os consumidores americanos continuam endividados e sofreram grande perda de riqueza devido &amp;agrave; queda dos pre&amp;ccedil;os </content>
    </item>
    <item>
      <title>Os Benefícios da Flexibilidade</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/15474_OS+BENEFICIOS+DA+FLEXIBILIDADE</link>
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      <updated>09/09/2010 16:04</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>O desemprego aumentou menos do que nas recessões anteriores, quando o contrato de trabalho era mais rígido&#xd;
</summary>
      <description>O desemprego aumentou menos do que nas recessões anteriores, quando o contrato de trabalho era mais rígido&#xd;
</description>
      <content>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_5153829117655932.jpg&quot; title=&quot;Credito: &quot;&gt;&lt;img alt=&quot;i132614.jpg&quot; src=&quot;http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_5153829117655932.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Uma das boas surpresas da atual crise econ&amp;ocirc;mica no Brasil &amp;eacute; o comportamento benigno da taxa de desemprego. A taxa de desemprego nas seis maiores regi&amp;otilde;es metropolitanas do Pa&amp;iacute;s caiu de 8,8% para 8,1% da for&amp;ccedil;a de trabalho entre maio e junho de 2009. Este &amp;eacute; um n&amp;uacute;mero realmente surpreendente, quando comparamos com outros per&amp;iacute;odos de queda do n&amp;iacute;vel de ativid</content>
    </item>
    <item>
      <title>Lições da Crise dos anos 30</title>
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      <updated>04/09/2010 13:10</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>Como no crash de 1929, o Brasil também foi um dos primeiros países a iniciar a retomada, mas errou no longo prazo&#xd;
</summary>
      <description>Como no crash de 1929, o Brasil também foi um dos primeiros países a iniciar a retomada, mas errou no longo prazo&#xd;
</description>
      <content>&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Diante da profundidade da crise internacional, a economia brasileira tem reagido de forma bastante positiva. Ainda que n&amp;atilde;o seja uma &amp;quot;marolinha&amp;quot; (o PIB caiu 4,4%, a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o industrial caiu quase 10% e os investimentos ca&amp;iacute;ram mais de 14%), o efeito sobre a economia brasileira tem sido menos dr&amp;aacute;stico do que sobre a maioria das outras economias. Se, no curto prazo, nosso desempenho parece bom, o que devemos esperar para o longo prazo (crescimento e desigualdade)?&lt;/p&gt;&#xd;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;O comportamento da econ</content>
    </item>
    <item>
      <title>A Origem da Desigualdade</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/19316_A+ORIGEM+DA+DESIGUALDADE</link>
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      <updated>09/09/2010 20:35</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>Pesquisas recentes mostram que a taxa de retorno da educação no Brasil é bastante alta, entre 11% e 15% ao ano. </summary>
      <description>Pesquisas recentes mostram que a taxa de retorno da educação no Brasil é bastante alta, entre 11% e 15% ao ano. </description>
      <content>&lt;p&gt;Ou seja, um ano adicional de estudo  aumenta a renda entre 11% e 15% ao ano ao longo de toda a vida &amp;uacute;til. A  principal consequ&amp;ecirc;ncia deste fato &amp;eacute; que o investimento em educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a  forma mais eficiente de reduzir a pobreza e a desigualdade da renda no  Pa&amp;iacute;s. Apesar disso, a sociedade brasileira parece dar muito pouco valor  ao investimento em educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. V&amp;aacute;rios s&amp;atilde;o os sintomas de que isto &amp;eacute;  verdade. Alguns exemplos. O governo brasileiro gasta 18 vezes mais per  capita com aposentadorias e pens&amp;otilde;es do que</content>
    </item>
    <item>
      <title>Para onde vai o Desemprego</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/13180_PARA+ONDE+VAI+O+DESEMPREGO</link>
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      <updated>09/09/2010 00:14</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>A redução do IPI de bens duráveis antecipou o consumo, mas a demanda no segundo semestre será menor&#xd;
&#xd;
</summary>
      <description>A redução do IPI de bens duráveis antecipou o consumo, mas a demanda no segundo semestre será menor&#xd;
&#xd;
</description>
      <content>&lt;p&gt;Diante da severidade com que a crise econ&amp;ocirc;mica internacional atingiu o Brasil, o governo mudou sua avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que o Pa&amp;iacute;s sairia ileso do epis&amp;oacute;dio e tem adotado um amplo conjunto de medidas para amenizar seus efeitos sobre a economia. A forte contra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito externo e interno for&amp;ccedil;ou as empresas a reduzirem a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os investimentos e o emprego.&lt;/p&gt;&#xd;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;A rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Banco Central, liberando compuls&amp;oacute;rios, abrindo linhas de cr&amp;eacute;dito para o com&amp;eacute;rcio int</content>
    </item>
    <item>
      <title>O G-20 e as Ironias da Crise</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/11847_O+G+20+E+AS+IRONIAS+DA+CRISE</link>
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      <updated>07/09/2010 23:21</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>Economias que até há pouco tempo atacavam o mercado hoje dão apoio incondicional ao FMI, o ícone do capitalismo</summary>
      <description>Economias que até há pouco tempo atacavam o mercado hoje dão apoio incondicional ao FMI, o ícone do capitalismo</description>
      <content>&lt;p&gt;&lt;img title=&quot;Credito: &quot; alt=&quot;i107141.jpg&quot; src=&quot;http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_6150334440301140.jpg&quot; /&gt;A reuni&amp;atilde;o do G-20, grupo das 20 maiores economias do mundo, realizada em Londres, deixou claro algumas ironias da crise. O Fundo Monet&amp;aacute;rio Internacional (FMI), que foi execrado por sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o em diferentes crises internacionais no passado recente (&amp;Aacute;sia, Argentina, Brasil, M&amp;eacute;xico, etc.) e que muitos analistas, principalmente de esquerda, consideravam uma institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o anacr&amp;ocirc;nica e decadente, foi a grande ganhadora do encontro. Recebeu a pro</content>
    </item>
    <item>
      <title>Vamos deixar a Embraer em Paz!</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/9128_VAMOS+DEIXAR+A+EMBRAER+EM+PAZ+</link>
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      <updated>07/09/2010 00:24</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>Nada foi feito para melhorar o funcionamento do mercado de trabalho como um todo</summary>
      <description>Nada foi feito para melhorar o funcionamento do mercado de trabalho como um todo</description>
      <content>&lt;p&gt;A decis&amp;atilde;o da Embraer de demitir 4,2 mil trabalhadores gerou forte mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo federal e da Justi&amp;ccedil;a do Trabalho. Ao mesmo tempo, entre novembro e janeiro, foi eliminado quase um milh&amp;atilde;o de postos de trabalho formais na economia brasileira e a taxa de desemprego aberto aumentou quase dois pontos de porcentagem entre dezembro e janeiro. Apesar desta grande destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de postos de trabalho, muito pouca mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi vista por parte do governo e da Justi&amp;ccedil;a do Trabalho.&lt;/p&gt;&#xd;
&lt;p&gt;As medidas adotadas at&amp;eacute; o momen</content>
    </item>
    <item>
      <title>O feitiço e o feiticeiro</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/7330_O+FEITICO+E+O+FEITICEIRO</link>
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      <updated>10/09/2010 03:09</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>Com a nacionalização de fato, ainda que não de direito, dos bancos americanos e europeus, o protecionismo começa a se estender para o crédito</summary>
      <description>Com a nacionalização de fato, ainda que não de direito, dos bancos americanos e europeus, o protecionismo começa a se estender para o crédito</description>
      <content>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xd;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A inclus&amp;atilde;o no programa de est&amp;iacute;mulo fiscal nos Estados Unidos de uma cl&amp;aacute;usula que obriga as empresas que v&amp;atilde;o executar as obras de infraestrutura a utilizar somente produtos sider&amp;uacute;rgicos produzidos dentro do pr&amp;oacute;prio pa&amp;iacute;s (&amp;quot;buy America&amp;quot;), as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es do presidente da Fran&amp;ccedil;a, Nicolas Sarkozy, de que os recursos de ajuda &amp;agrave;s montadoras de ve&amp;iacute;culos francesas dever&amp;atilde;o ser utilizados somente nas f&amp;aacute;bricas das empresas lo</content>
    </item>
    <item>
      <title>A Ressaca Chegou Forte</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/5561_A+RESSACA+CHEGOU+FORTE</link>
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      <updated>26/08/2010 18:45</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>O aumento do salário mínimo em 2009, que poderá chegar a 11%, irá aumentar o desemprego</summary>
      <description>O aumento do salário mínimo em 2009, que poderá chegar a 11%, irá aumentar o desemprego</description>
      <content>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xd;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A crise chegou ao Brasil. E j&amp;aacute; atingiu o mercado de trabalho. Em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es normais, as crises econ&amp;ocirc;micas afetam o emprego e a taxa de desemprego com uma defasagem de alguns meses. Em geral, o primeiro sintoma de crise ocorre no comportamento da demanda por bens e servi&amp;ccedil;os. A queda de demanda faz com que as empresas diminuam sua produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas ainda mantendo os trabalhadores empregados, pois demitir e recontratar trabalhadores tem um custo elevado. Caso a demanda n&amp;atilde;o</content>
    </item>
    <item>
      <title>O Dilema do Banco Central</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/1993_O+DILEMA+DO+BANCO+CENTRAL</link>
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      <updated>07/09/2010 21:53</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>A crise financeira chegou ao Brasil</summary>
      <description>A crise financeira chegou ao Brasil</description>
      <content>&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;A crise financeira chegou ao Brasil. A decis&amp;atilde;o do Banco Central americano, o Federal Reserve, de trocar (fazer um &amp;quot;swap&amp;quot;) US$ 30 bilh&amp;otilde;es por reais com o Banco Central do Brasil e, com isto, refor- &amp;ccedil;ar as reservas do pa&amp;iacute;s mostra a gravidade da crise. Como o Brasil foi, nos &amp;uacute;ltimos anos, um dos maiores recebedores de investimentos externos, o retorno de pelo menos parte deste capital est&amp;aacute; gerando perda de reservas cambiais e forte desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do real. O &amp;quot;swap&amp;quot; tem por objetivo facilitar </content>
    </item>
    <item>
      <title>Última Palavra</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/3718_ULTIMA+PALAVRA</link>
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      <updated>07/09/2010 07:48</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>Não será um Tsunami, mas...&#xd;
</summary>
      <description>Não será um Tsunami, mas...&#xd;
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    </item>
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      <title>Última Palavra</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/3721_ULTIMA+PALAVRA</link>
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      <updated>07/09/2010 07:48</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>Não será um Tsunami, mas...&#xd;
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      <description>Não será um Tsunami, mas...&#xd;
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      <content>&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#316ac5&quot;&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; m&amp;ecirc;s de setembro foi particularmente dif&amp;iacute;cil para o mercado financeiro mundial. Um grande n&amp;uacute;mero de grandes institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras dos EUA e da Europa (bancos, seguradoras, etc.) teve que ser nacionalizado ou socorrido pelos respectivos governos para evitar uma fal&amp;ecirc;ncia generalizada. Na Irlanda e na Alemanha, os governos decidiram garantir todos os dep&amp;oacute;sitos nos bancos. V&amp;aacute;rios fatores contribu&amp;iacute;ram para gerar a crise, mas dois foram particularmente importa</content>
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      <title>Setembro Negro</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/7459_SETEMBRO+NEGRO</link>
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      <updated>07/09/2010 04:17</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>O Tesouro e o Fed decidiram pagar para ver. O setor privado terá de resolver seus problemas sozinho&#xd;
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      <description>O Tesouro e o Fed decidiram pagar para ver. O setor privado terá de resolver seus problemas sozinho&#xd;
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      <content>&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;As &amp;uacute;ltimas tr&amp;ecirc;s semanas foram particularmente dif&amp;iacute;ceis para o mercado financeiro americano. Entre os dias 7/9 e 8/9, o governo americano estatizou as duas maiores financiadoras de hipotecas do pa&amp;iacute;s, a Fannie Mae e a Freddie Mac. No final de semana seguinte dois dos maiores bancos de investimentos do pa&amp;iacute;s tiveram problemas de solv&amp;ecirc;ncia. Um deles, o Lehman Brothers, foi for&amp;ccedil;ado a pedir concordata, e o outro, Merrill Lynch, foi vendido para o Bank of America para evitar a fal&amp;ecirc;ncia. Para completar, a seguradora AIG</content>
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      <title>O paradoxo da flexibilidade</title>
      <link>http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/9342_O+PARADOXO+DA+FLEXIBILIDADE</link>
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      <updated>07/09/2010 06:11</updated>
      <author>José Marcio Camargo</author>
      <summary>É o maior grau de flexibilidade da economia que permite ao Fed ser menos conservador que o BC Europeu&#xd;
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      <description>É o maior grau de flexibilidade da economia que permite ao Fed ser menos conservador que o BC Europeu&#xd;
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      <content>&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;As rea&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Banco Central Europeu (BCE) e do banco central americano, o Federal Reserve (Fed), &amp;agrave; crise que se abateu sobre o sistema financeiro mundial foram totalmente diferentes. Enquanto o Fed reagiu com cortes agressivos na taxa de juros, o BCE aumentou a taxa de juros na Zona do Euro. O que poderia justificar rea&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;atilde;o diferentes?&lt;/p&gt;&#xd;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Desde o in&amp;iacute;cio da crise, em agosto de 2007, o Federal Reserve diminuiu a taxa de juros de 5,25% para 2,0% ao ano, ou seja, em 3,25 pontos perc</content>
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