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C A S O P C
O dia-a-dia da investigação
23/Junho/96 Os corpos de PC e Suzana são encontrados. A polícia e a família Farias defendem a tese de crime passional. ISTOÉ questiona essa versão e mostra como o legista George Sanguinetti defende o duplo homicídio. 9/Agosto/96 Badan Palhares endossa a versão de crime passional. Veja resolve determinar o fim do caso e a Folha de S.Paulo e O Globo apontam para o arquivamento do caso. ISTOÉ ouve peritos de todo o País e denuncia as falhas do laudo de Badan. 17/Dezembro/96 A promotora Faildes Mendonça pede novas perícias e evita o arquivamento do inquérito. 17/Março/97 Junta de peritos descarta o suicídio de Suzana. 18/Fevereiro/98 Ministério Público de Alagoas antecipa que os seguranças devem ser indiciados. 15/Setembro/99 ISTOÉ publica depoimento de Amira Lépore, vidente de PC, que conta as brigas que Augusto vinha tendo com o irmão por causa de dinheiro. 22/Setembro/99 Em entrevista a ISTOÉ, Elia Pereira Bezerra, cunhada de PC, confirma as brigas e acusa Augusto de tirar dinheiro dos filhos de PC. 18/Novembro/99 A polícia conclui o inquérito, indicia Augusto e oito ex-funcionários de PC. Leia também: Xeque-mate
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