- Memória
- | Edição: 2097
- | 15.Jan.10 - 21:00
- | Atualizado em 20.Mai.12 - 17:36
"Sem Ela Não Haveria "Diário De Anne Frank""
Uma infinidade de pessoas, em todo o mundo, já leu estarrecida o “Diário de Anne Frank” – ele existe em 70 idiomas. Trata-se do relato de uma adolescente judia que, perseguida pelos nazistas, foi acolhida – e escondida – por uma senhora holandesa chamada Miep Gies. Anne fazia anotações diárias. Quando ela foi morta, Miep corajosamente guardou os apontamentos que por fim vieram à luz em 1947. É um dos mais dramáticos documentos sobre a irracionalidade da guerra e, não fosse a destemida Miep, o mundo teria sido privado desse livro vital às almas democráticas. Ela morreu na Holanda, na terça-feira 12, aos 100 anos, de falência múltipla dos órgãos.
"Do jeito que está, daqui a pouco vão soltar o Carlinhos Cachoeira e prender o Roberto Gurgel"
Pedro Taques, Pedro Taques, senador, sobre as suspeitas que pairam sobre o procurador-geral da República"Não tem essa história de dois lados. Um lado já foi suficientemente condenado, assassinado, desaparecido"
Paulo Sérgio Pinheiro, integrante da Comissão da VerdadeEwerardo Tabatinga
EM 17/01/2010 11:22:07
Lembro-me de ter lido esse "diário" nos idos dos anos 50, acho, quando jovem ainda e, até hoje, guardo na memória as tristes imagens dos relatos de Ann Frank, da luta de seu povo pela sobrevivência. Não esqueço das batatas. Fiquei muito comovido e Ann Frank foi admirável nessa história toda. Triste
