• Memória
  • |  Edição: 2089
  • | 25.Nov.09 - 00:00
  • | Atualizado em 22.Mai.12 - 04:27

"Meio século sem (mas com) Villa-Lobos"

Bruna Cavalcanti

Chico Buarque escreveu que “música de Tom Jobim é casa de Oscar Niemeyer” – trata-se do mais precioso e sofisticado elogio a Tom. Pois bem, foi Tom Jobim, em elogio a Edu Lobo, quem escreveu: “Eu vos saúdo em nome de Heitor Villa-Lobos, teu avô e meu pai” e aqui tem-se o mais definitivo elogio a Edu.

Heitor está para a música como Oscar para a arquitetura: na condição de gênio, graças a Deus gênio nascido no Brasil, graças a seu talento gênio reconhecido em todo o mundo e em todos os tempos e numa eternidade de acordes – como os do “Trenzinho do Caipira”. Na terça-feira 17 fez-se meio século que Heitor morreu.

Oscar tem ouvidos viciados nele. Tom e Edu, Chico e Vinícius de Moraes, Baden Powell e Milton Nascimento são seus fãs e herdeiros na profissão de compor.

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