• Pesquisa
  • |  Edição: 2131
  • | 10.Set.10 - 21:00
  • | Atualizado em 23.Mai.12 - 07:21

"O preço da felicidade para os americanos é R$ 11,3 mil "

Antonio Carlos Prado e Juliana Dal Piva

Pesquisa de economistas e estatísticos dos EUA, com 450 mil americanos e publicada pela revista científica “PNAS”, revela: “Para ser feliz, o importante não é ser rico, mas, isso sim, não ser pobre.” Os pesquisadores chegaram a isso a partir de um ganho médio mensal com o qual os entrevistados disseram se sentir “não pobres”: R$ 11,3 mil. Esse valor serviu então de “corte” na pesquisa. Ou seja: R$ 11,3 mil por mês é o ponto a partir do qual mais dinheiro não significa necessariamente mais felicidade – na verdade, além desse “corte”, a riqueza nada mais acrescenta de felicidade, por exemplo, a quesitos como “solidão”, “ser obeso”, ou “apresentar problemas crônicos de saúde”. O item que encabeça o sentimento de felicidade para os entrevistados, desde que se ganhem os R$ 11,3 mil, é “ser religioso” e “possuir plano de saúde” – esse último está à frente da “felicidade de ter filhos”.

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