- A Semana > Editorial
- | N° Edição: 2104
- | 05.Mar.10 - 21:00
- | Atualizado em 11.Fev.12 - 07:42
"COLABORADORES DE PESO"
Dentro do espírito de arejar o debate nacional com novas ideias, análises e crônicas sociais de um país em constante transformação – sempre trazendo uma visão diferente e instigante dos acontecimentos –, temos o prazer de comunicar a você, leitor de ISTOÉ, que conquistamos para o time da revista mais dois colaboradores de primeira grandeza. Ricardo Amorim (à esq.) e Paulo Lima fazem sua estreia nesta edição e, temos certeza, vão cativar sua atenção com propostas renovadoras e aguçada visão da cena brasileira e mundial. Como ele, o versátil empresário, publisher e surfista apaixonado Paulo Lima subverte a ordem e traz um olhar especial e uma vocação para a criatividade cativantes. Em sua coluna de estreia, nos entrega um furo: a foto exclusiva do gigante do surfe Kelly Slater vestindo a camisa do Flamengo. O texto que acompanha a foto é um primor de jornalismo. Paulo Lima, é bom que se diga, já fez de tudo: formado em advocacia, passou longe dos tribunais e seguiu direto para uma carreira promissora em vários campos da comunicação. Em 1986, fundou a Trip Editora, que estabeleceu novos padrões editoriais a partir das premiadas revistas “Trip” e “TPM”. Atuou como consultor do mundo artístico, como comentarista de programa de esporte, entrou para o rádio, engajou-se em causas sociais, participando de ONGs, como o Instituto Akatu pelo consumo consciente, e ainda reservou tempo para transmitir suas experiências a alunos de diversas universidades pelo País. Lima e Amorim, em constante busca por desafios, aceitaram nosso convite para regularmente brindarem os leitores de ISTOÉ com suas sacadas. Farão barulho.
Amorim, economista por formação e, segundo ele mesmo se define, “futurólogo por vocação”, projetou-se nadando contra a corrente em toda e qualquer análise sobre desdobramentos econômicos. Cada vez que exprime suas opiniões, foge do consenso. Evita o que chama de efeito boiada e, ao mostrar uma avaliação diferenciada para eventos do mercado, acertou muito. Foi um dos poucos que anteciparam a crise elétrica brasileira em 2001, a crise financeira global de 2008/2009 e o descolamento de China, Índia e Brasil dos problemas americanos. Sua nova e mais polêmica bandeira: a bolsa de São Paulo chegará aos 200 mil pontos até 2015. É anotar para conferir. Ele não se preocupa com a descrença dos seus críticos. Em 2002 já foi chamado de louco quando profetizou a queda do dólar, que à época valia R$ 4, para um patamar de R$ 2 em menos de um ano, como de fato acabou ocorrendo. Mudou-se de volta para o Brasil recentemente, depois de oito anos vivendo em Nova York, por entender que a crise americana será longa e que o paraíso das oportunidades agora fincou raízes por aqui. Sorte a nossa! Amorim encarna à perfeição a missão de ISTOÉ de mostrar todos os ângulos dos fatos.
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EM 07/09/2011 04:11:20
