Veja também outros sites:
Clique para vê-la ampliada
EDIÇÃO Nº 1798
 Capa
 Índice
 ISTOÉ São Paulo
 Exclusivo Online
 EDITORIAS
 Artes & Espetáculos
 Brasil
 Ciência & Tecnologia
 Comportamento
 Economia & Negócios
 Internacional
 Medicina & Bem-Estar
 SEÇÕES
 A Semana
 Avenida Brasil
 Cartas
 Editorial
 Em Cartaz
 Entrevista
 Fax Brasília
 Gente
 Século 21
 Viva Bem
 SERVIÇOS
 Edições Anteriores
 Biblioteca
 Fale Conosco
 Newsletter
 Assinaturas
 Publicidade
 Expediente
 
 Busca
 Procure outras matérias
 CARTAS
24/03/2004

Bingo

A matéria “Conexão arquivada” publicada na edição 1797 da revista ISTOÉ dá um passo importante no sentido de mostrar que, mesmo diante de períodos de delírio, como o que acometeu o País depois da revelação de fatos em torno de Waldomiro Diniz, é possível acreditar no jornalismo como caminho para a verdade. Exatamente por crer nisso, apontamos uma passagem do texto em que a família Ortiz foi novamente apontada como protagonista de um cenário onde não esteve. Pesquisas feitas pelo repórter da revista, na Itália, para verificação de eventual envolvimento nosso com a chamada máfia italiana. O trabalho da reportagem consistiu no seguinte: consultas junto a tribunais italianos (com assessoria dos advogados Paulo José da Costa Junior e Fernando José da Costa), resposta à consulta formulada pelos advogados Paulo José da Costa Junior e Fernando José da Costa, ao procurador Pietro Saviotti (que atuou em processos que investigou a máfia italiana). A reportagem ainda referiu-se ao trabalho realizado pela empresa de investigação e análise de riscos Kroll Associates e ao inquérito da Polícia Federal do Brasil nº 12-0005, instaurado em 12/2/1999 e encerrado em 6/8/2002. O resultado dos trabalhos foi muito claro no sentido de que não há qualquer relação nossa com a chamada máfia italiana, conforme informações obtidas na Itália e no Brasil. Tanto que o procurador Pietro Saviotti afirmou que, se vier a ser consultado, se manifestará no sentido de não ter mais interesse no cumprimento de uma carta rogatória enviada ao Brasil. Não obstante tudo o que foi investigado, em um trecho a reportagem traz a informação de que fomos sócios de Lillo Rosario Lauricella, Julian Felippeddu e seu irmão François, os três liderados pelo mafioso Fausto Pelligrinetti, todos integrantes de associação criminosa. Essa inverdade foi uma suposição feita e um inquérito datado de 1998. Feitas as investigações, afastou-se por completo qualquer hipótese de ligação entre os empresários brasileiros e as citadas pessoas. A Justiça italiana, segundo se vê no site do Supremo Tribunal Federal brasileiro, absolveu os irmãos Felippeddu. A informação relativa à existência de sociedade entre nós e esses senhores supranomeados não corresponde à realidade. A própria reportagem demonstra isso, ao concluir que não fomos processados pela Justiça italiana e que a Polícia Federal do Brasil nos investigou e nada encontrou. Trata-se de uma informação que não tem base na realidade e nem respaldo em qualquer documento. A verdade é que não somos e nunca fomos sócios daqueles senhores supranomeados. Posto isto, solicitamos a Vossas Senhorias a retificação da reportagem “Conexão arquivada” (ISTOÉ 1797) no tanto em que se refere a qualquer espécie de ligação nossa com os srs. Lillo Rosario Lauricella, Julian Felippeddu e seu irmão François, de modo a deixar claro que nada temos a ver com essas referidas pessoas, tudo em conformidade a todas as investigações já realizadas.
Alejandro de Ortiz Fernandes
Alejandro de Viveiros Ortiz
Johnny Viveiros Ortiz
São Paulo – SP

Terror na Espanha

Como moradora de Barcelona, tive de deixar de lado os encantos da cidade para viver momentos de profunda tristeza nos últimos dias. O atentado terrorista ocorrido no dia 11 de março, em Madri, foi uma dessas surpresas que nos furtam do cotidiano não de uma forma ou de outra, mas simplesmente de uma maneira fatal, de um jeito covarde. “O dia da infâmia” (ISTOÉ 1797).
Cristiane da Mótta Tolotti
Barcelona – Espanha


A nova ordem mundial deste início de século diz que todas as nações do mundo civilizado assumiram uma dívida muito grande, paga com as vidas inocentes de seus cidadãos nos atentados terroristas. Este quadro fantasmagórico e injusto nasceu com o imperialismo da política externa dos Estados Unidos dos últimos anos. Não precisamos voltar muito no tempo para lembrarmos que líderes como Osama Bin Laden e Saddan Hussein foram, um dia, aliados e patrocinados pelos americanos.
Sérgio Galvão D. Torreão Braz
Brasília – DF

É lamentável que estejamos passando por tudo isso em pleno século XXI. O terror não obedece uma lógica plausível, ele é contra a vida e tudo
que ela representa. Portanto, tentar classificar atos como esse como político, ou seja lá o que se disser sobre essa insanidade, só demonstra toda nossa incompreensão para com a raça humana. O que fica de
lição sobre episódios como esses é que estamos vulneráveis a uma
lógica maniqueísta e que a cada dia que passa a humanidade perde um pouco de sua ternura e o mundo vai se tornando um lugar extremamente difícil de viver.
Lander das Dores Silva
Belo Horizonte – MG


Foi preciso que 200 pessoas morressem e mais de 1.500 ficassem feridas para sacudir a opinião pública na Espanha e no resto do mundo sobre as guerras no Oriente Médio. Ainda assim fica a dúvida: a guerra faz parte do nosso cotidiano e só uma violência brutal e inesperada, como a dos atentados terroristas em Madri, consegue alterar este quadro? Será que a nossa história seguirá sendo sempre pautada por violência com violência se paga?
Carolina Beltrão de Medeiros
Recife – PE


Não sabemos o alvo terrorista, mas temos certeza que, enquanto houver essa tremenda desigualdade entre os povos, não será através de uniões (blocos econômicos) de países ditos desenvolvidos, entre aspas, que acabaremos com ondas de atentados dessa natureza.
Isaac Soares de Lima
Maceió – AL


Aquela cena com a Estátua da Liberdade enterrada na areia, no filme original de O planeta dos macacos, é que reflete bem o resultado
final dos atos provocados pelos seres humanos ao longo de toda sua história. Agora, o Brasil, com suas mais de 60 nacionalidades imigrantes, liberdade de religião e miscigenação já se tornando uma realidade, é prova incontestável de que o oportunismo para manutenção de privilégios é que está por trás dessas matanças em massa.
Sílvio Sam
São Paulo – SP


Somos tão desenvolvidos mas, ao mesmo tempo, tão primitivos e ignorantes. Não há paz no mundo porque o homem traz em suas entranhas um instinto perverso de chamar a atenção a qualquer custo, ainda que para isso tantos inocentes sofram com a sua insanidade. A vida que nos é confiada, com tanta simplicidade, de repente é sugada sem qualquer explicação plausível, apenas porque alguns lunáticos decidem que tem de ser assim, em nome de ideais loucos, de objetivos obscuros, de fins incertos.
Achel Tinoco
Salvador – BA


A matéria de capa pede um momento de reflexão a toda comunidade internacional para rever, com muita urgência, para onde estão nos guiando, com tanta vulnerabilidade, tanta fragilidade. Não basta analisar as características deste ou daquele grupo fundamentalista. A questão é muito mais ampla e desesperadora: não há segurança tanto no mundo ocidental quanto no oriental.
Jane Farinazzo
Salvador – BA


Concordo que o atentado de Madri foi uma grande covardia. Porém, a verdadeira covardia é feita pelos Estados Unidos, perpetrando o terror deles no mundo inteiro, violentando a cultura alheia, impondo o seu modo de comer, vestir, agir e de pensar, como se apenas as idéias deles fossem as únicas certas, justas e boas.
Mário Annuza
Rio de Janeiro – RJ


A humanidade continua repetindo graves erros que a levaram à destruição e ao sofrimento ao longo da história. Para edificarmos uma realidade de paz sólida, segura e perene, precisamos erguer uma nova cultura, pois, as que imperam hoje no mundo demonstram ter falhado pela base.
Maurício Saraiva de Abreu Chagas
Belo Horizonte – MG


É impressionante como ISTOÉ, sendo uma revista semanal, consegue publicar matérias tão atualizadas. Quando li a capa, pela internet, na noite de sexta-feira 12, descobri que a Editora Três prima por dar as notícias em tempo real. Parabéns pelo esforço de manter o brasileiro não só informado, mas também atualizado.
Severino Melo
Caruaru – PE


É inaceitável o terrorismo no universo. É inadmissível que existam indivíduos capazes de praticar tamanha aberração, difícil de ser combatida e intolerada pelos seres humanos. Enfim, os povos do mundo todo estão sujeitos a esse ato de crueldade.
Carlos Arthur Schwarz
Vitória – ES


É assombroso os atentados que ocorrem no mundo. Mas, mais assombroso é o governo americano que, com sua prepotência, destrói nações, dizima povos. Enfim, comete barbáries em países pobres, sem que ninguém o condene por esses crimes. Até quando o mundo vai se humilhar diante do poder ditador dos Estados Unidos?
Célio Borba
Curitiba – PR

Próxima
 
O QUE VESTIR?

Teste as opções do guia da Moda de ISTOÉ e confira como é fácil se vestir sem
medo de errar

HOMEM MULHER
ENTREVISTA

Genoino diz que o PT tem direito de criticar o governo e prevê crescimento

SUA OPINIÃO

Bush afirmou em discurso que os EUA ajudam a “libertar as nações”. Você concorda com ele?

MAIS UM!

Cientista anuncia décimo planeta do Sistema Solar

DITADURA

Livro traz histórias e memórias nos 40 anos do golpe militar no Brasil

DIVIRTA-SE

Você consegue identificar uma
fraude fotográfica?

AMOR PERFEITO
Avalie se você, de fato, conhece sua cara metade
INTERATIVOS
Kama Sutra
Altar virtual
Jardim Perfumado
Tarô
Realejo
 
Márcia Maria Ribeiro Lemes
Ouro Fino – MG
| ISTOÉ DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | PLANETA | EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE | AVISO LEGAL |
© Copyright 2004 Editora Três